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Se repetir 2018, nenhum candidato se elegerá só com os próprios votos

O quociente em MT para cadeira na Câmara deve superar a 185 mil votos

Se repetir 2018, nenhum candidato se elegerá só com os próprios votos
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Em Mato Grosso, o quociente eleitoral, que define os partidos e/ou coligações que têm direito a ocupar as vagas proporcionais, deve ficar ao menos em 185 mil votos para cada cadeira à Câmara Federal.

Calcula-se que 1,5 milhão de eleitores do Estado devam ir às urnas em 2 de outubro. Como são oito vagas para federal, o quociente, então, tende até a superar os 180 mil votos. E, pela primeira vez nas eleições gerais, não haverá coligação proporcional. Cada partido ou federação deve ter chapa própria, com nove concorrentes cada (100% das vagas em disputa acrescido de mais um, respeitando 30% da cota de gênero).

Para se ter ideia do quanto é difícil alcançar o quociente, em 2018 nenhum dos eleitos à Câmara teve voto suficiente para garantir a própria vaga, nem mesmo o campeão Nelson Barbudo, com 126.249 votos. Ou seja, todos dependeram dos votos dos demais da coligação, o que ainda era permitido, podendo lançar até 200% das vagas (até 16 por coligação).

E dos oito federais hoje, ao menos seis buscarão à reeleição: Leonardo, Rosa Neide, Juarez, Bezerra, Emanuelzinho e Barbudo. Dois querem o Senado: Medeiros e Neri.

FONTE/CRÉDITOS: Romilson Dourado
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