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Efeito-federação de partidos emperra negociações em MT

CANDIDATURAS PROPORCIONAIS

Efeito-federação de partidos emperra negociações em MT
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As negociaçoes sobre candidaturas e coligações em Mato Grosso vinham num ritmo acelerado em outubro e novembro, mas refluíram a partir de dezembro por causa da possibilidade da federação de partidos.

Essa federalização partidária, coligação nacional que se replica em todos os 26 Estados e mais o Distrito Federal, fez pisar no freio pretensos candidatos a deputado estadual e federal. Agora, todos, pensando em candidatura, aguardam definição sobre quais partidos vão se juntar para, então, decidir se ficam onde estão ou se procuram abrigo em outra legenda.

A advogada e suplente de federal Gisela Simona, do Pros, e o deputado federal Leonardo Albuquerque, do Solidariedade, por exemplo, estavam em conversa adiantada com Carlos Bezerra, presidente do MDB-MT. Não fosse o surgimento da federação partidária, ambos já estariam com pé no partido.

Pré-candidatos de siglas pequenas e medianas têm mais chances de êxito nas urnas do que aqueles que fazem parte de legendas mais estruturadas. Se o Pros entrar na federação que deve agregar PT, PSB, PCdoB e PV, em apoio a Lula, por exemplo, Gisela poderia ser a única do partido no bloco de nove candidaturas possíveis, o que aumentaria a aposta em vitória nas urnas.

FONTE/CRÉDITOS: Romilson Dourado
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